O preço da gasolina comum vendida nos postos dos combustíveis subiu em 11 Estados e no Distrito Federal nesta semana, a primeira em que vigorou a redução de 3,2% no valor do combustível fóssil nas refinarias, anunciada no último dia 14. Após a decisão da Petrobrás, as cotações do derivado de petróleo só cederam em 14 Estados e ficaram estáveis no Pará, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com a autarquia, a gasolina mais cara do País é vendida no Acre, a uma média de R$ 4,122 por litro, ante R$ 4,133 na semana passada. Já a mais barata é comercializada em São Paulo, a R$ 3,472 por litro, frente R$ 3,458 na semana anterior. Entre os dois períodos, a gasolina variou mais no Distrito Federal, com aumento de R$ 0,20, passando de R$ 3,357 para R$ 3,558 por litro.

Outro destaque de alta foi o Rio de Janeiro (de R$ 3,865 para R$ 3,95 por litro). Já o Amazonas registrou a maior queda, de R$ 3,798 para R$ 3,63 por litro. Na média do Brasil, a gasolina variou de R$ 3,654 para R$ 3,671 entre as semanas.

Segundo a própria Petrobrás, caso a redução de 3,2% fosse inteiramente repassada pelas distribuidoras, poderia haver diminuição de R$ 0,05 por litro na bomba. A manutenção das cotações chegou a ser atribuída à firmeza do etanol anidro, misturado em até 27% ao combustível fóssil.

A União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), porém, afirmou que essa relação não pode ser feita. De acordo com a entidade, a composição do preço da gasolina depende de diversas variáveis, entre elas o preço do produto na refinaria, a margem da distribuidora, a margem da revenda, o valor do Preço Médio Ponderado Final (PMPF), atualizado a cada quinze dias para recolhimento do ICMS, e o próprio anidro.


Estadão
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