“Existe dentro do PMDB um setor claro de oposição ao projeto do PSB aqui na Capital”, disse o secretário.
O secretário de Estado da Comunicação Institucional, Luiz Torres, revelou nesta terça-feira (17), a existência de 30 cargos com nomeação direta do PMDB, nos primeiro, segundo e terceiro escalões do Governo da Paraíba. De acordo com Torres, é de estranhar que um partido aliado, com tamanho prestígio na gestão estadual, esteja filiando adversários políticos do governador Ricardo Coutinho (PSB), a exemplo do deputado estadual Ricardo Marcelo, e apresentando pré-candidatura a prefeito de João Pessoa, principal reduto eleitoral dos socialistas.
“Qualquer pessoa que tenha uma clareza de leitura pode estranhar que movimentos como esse, que vão desde movimentos próximos a adversários políticos do governador, a movimentos mais nítidos de estar muito configurado um debate aqui em João Pessoa, contrário à gestão do PSB. Existe dentro do PMDB um setor claro de oposição ao projeto do PSB aqui na Capital. Além disso, [ocorre] uma ou outra declaração [contrária], e ontem com a entrada do deputado Ricardo Marcelo, é óbvio que se supõe [o rompimento político do PMDB com o PSB], porque existem fatos e há de se estranhar esses movimentos”, comentou Luiz Torres em entrevista à Correio FM.
O secretário disse que o PMDB ocupa cargos de secretários, de secretários executivos, de diretoria e superintendência de órgãos estaduais. Questionado se a posição política dos peemedebistas seria motivo para exonerações, Luiz Torres, preferiu responder ironicamente com outra pergunta: “É para ficar desse jeito?”.
Apesar da declaração, o secretário destacou que não é filiado do PSB e que não pode se manifestar em nome do partido, mas opinou que a questão da continuidade ou não da aliança entre PSB e PMDB deve ser discutida entre as principais lideranças dos dois partidos no Estado, respectivamente, o governador Ricardo Coutinho e o senador José Maranhão.
“Naturalmente, esse é um assunto de tamanho para o governador do Estado e o senador José Maranhão discutirem sobre isso. Eu acho que a gente, em planície, não pode fugir da leitura que há um processo, de pelo menos, questionamento. Como é que se explica? Existem companheiros valorosos dentro do governo que são indicações diretas do próprio senador Maranhão, e as pessoas se perguntam, é assim mesmo?”, frisou.
“Qualquer pessoa que tenha uma clareza de leitura pode estranhar que movimentos como esse, que vão desde movimentos próximos a adversários políticos do governador, a movimentos mais nítidos de estar muito configurado um debate aqui em João Pessoa, contrário à gestão do PSB. Existe dentro do PMDB um setor claro de oposição ao projeto do PSB aqui na Capital. Além disso, [ocorre] uma ou outra declaração [contrária], e ontem com a entrada do deputado Ricardo Marcelo, é óbvio que se supõe [o rompimento político do PMDB com o PSB], porque existem fatos e há de se estranhar esses movimentos”, comentou Luiz Torres em entrevista à Correio FM.
O secretário disse que o PMDB ocupa cargos de secretários, de secretários executivos, de diretoria e superintendência de órgãos estaduais. Questionado se a posição política dos peemedebistas seria motivo para exonerações, Luiz Torres, preferiu responder ironicamente com outra pergunta: “É para ficar desse jeito?”.
Apesar da declaração, o secretário destacou que não é filiado do PSB e que não pode se manifestar em nome do partido, mas opinou que a questão da continuidade ou não da aliança entre PSB e PMDB deve ser discutida entre as principais lideranças dos dois partidos no Estado, respectivamente, o governador Ricardo Coutinho e o senador José Maranhão.
“Naturalmente, esse é um assunto de tamanho para o governador do Estado e o senador José Maranhão discutirem sobre isso. Eu acho que a gente, em planície, não pode fugir da leitura que há um processo, de pelo menos, questionamento. Como é que se explica? Existem companheiros valorosos dentro do governo que são indicações diretas do próprio senador Maranhão, e as pessoas se perguntam, é assim mesmo?”, frisou.
wscom

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