São Paulo - A inflação em maio no Brasil ficou em 0,78%, a maior taxa para o mês desde 2008, quando foi de 0,79%. O acumulado em 12 meses segue próximo de dois dígitos (9,32%) e muito acima da meta definida pelo governo (de 4,5% com tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo). Maio teve alívio em Alimentação e Bebidas, grupo pesquisado de maior peso na cesta, mas que foi compensado por outras altas. O reajuste nos cigarros puxou para cima as Despesas Pessoais e a mudança no programa para redução do consumo de água no estado de São Paulo acertou em cheio o grupo Habitação. Os remédios, que já haviam aparecido em destaque em abril, continuaram subindo e mantiveram a parte de Saúde e Cuidados Pessoais em um patamar alto em maio. Veja a seguir a alta dos 9 grupos pesquisados e qual foi o seu impacto sobre o IPCA do mês:

Despesas Pessoais: alta de 1,35% com impacto de 0,14 ponto percentual

Saúde e Cuidados Pessoais: alta de 1,62% com impacto de 0,18 ponto percentual

Educação: alta de 0,16% com impacto de 0,01 ponto percentual

Artigos de Residência: alta de 0,63% com impacto de 0,03 ponto percentual

Vestuário: alta de 0,91% com impacto de 0,05 ponto percentual

Transportes: queda de 0,58% com impacto negativo de 0,10 ponto percentual

Comunicação: alta de de 0,01% com impacto de 0 ponto percentual


Alimentação e Bebidas: alta de 0,78% com impacto de 0,20 ponto percentual

Habitação: alta de 1,79% com impacto de 0,27 ponto percentual

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