Senadores petistas avaliam que o presidente interino Michel Temer não tem mais os 54 votos necessários para aprovar o impeachment no Senado; "O governo anuncia uma medida e volta atrás logo depois. Não teve uma notícia boa até agora e o quadro só está piorando", disse o senador Paulo Paim (PT-RS); PT mira nos senadores que votaram pela admissibilidade do processo, mas já sinalizaram que poderão mudar o voto, entre eles Acir Gurgacz (PDT-RO), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Cristovam Buarque (PPS-DF), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Benedito de Lira (PP-AL), Wellington Fagundes (PR-MT), Ivo Cassol (PP-RO), Edison Lobão (PMDB-MA), Raimundo Lira (PMDB-PB) e Hélio José (PMDB-DF); senador Romário (PSB-RJ) já declarou que poderá votar contra o impeachment; "Podemos conquistar entre oito e dez votos", afirmou Paulo Rocha (PT-PA)
Em meio às crises enfrentadas nos primeiros dias do governo interino de Michel Temer, o PT se animou em reforçar a articulação para barrar o impeachment de Dilma Rousseff.
Senadores petistas avaliaram ao jornal que nem mesmo os mais pessimistas em relação ao retorno de Dilma Rousseff ao cargo achavam que a gestão Temer seria "tão desastrosa" em pouco tempo. Dirigentes e parlamentares do partido acreditavam que o governo interino teria uma "lua de mel" por cerca de três meses - mas dois ministros já caíram e outros estão sendo alvo de protestos.
"O governo anuncia uma medida e volta atrás logo depois. Não teve uma notícia boa até agora e o quadro só está piorando", disse o senador Paulo Paim (PT-RS). "Podemos conquistar entre oito e dez votos", afirmou Paulo Rocha (PT-PA).
O jornal diz que os parlamentares calculam que Temer teria hoje cerca de 50 votos para tirar Dilma definitivamente do cargo - quatro a menos do que o necessário - quando o processo foi admitido, o placar foi de 55 votos a favor da admissibilidade a 22 contra . Para os petistas, o cenário pode se tornar mais favorável à Dilma se o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), for afastado por decisão da PGR (Procuradoria Geral da República) e do STF (Supremo Tribunal Federal).
O PT mira agora senadores que votaram pela admissibilidade do impeachment, mas que sinalizaram que poderiam votar contra o afastamento definitivo. Pelo menos dez se enquadram nesse cenário: Acir Gurgacz (PDT-RO), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Cristovam Buarque (PPS-DF), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Benedito de Lira (PP-AL), Wellington Fagundes (PR-MT), Ivo Cassol (PP-RO) e Edison Lobão (PMDB-MA), Raimundo Lira (PMDB-PB), Hélio José (PMDB-DF). Somado a esse grupo está o senador Romário (PSB-RJ), Eduardo Braga (PMDB-AM) e Jader Barbalho (PMDB-PA) - enquanto isso, Renan Calheiros (PMDB-AL) e Pedro Chaves (PSC-MS), suplente de Delcídio do Amaral, não votaram e são contabilizados pelo PT no bloco de 15 possíveis votos pró-Dilma. Para o senador Paulo Rocha, entre 8 e 10 votos podem ser conquistados.


BRASIL 247
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