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| Eduardo Cunha |
Considerado o inimigo número 1 de Dilma Rousseff, o ex-presidente da Câmara e deputado afastado foi decisivo para o sucesso do impeachment. Quando o assunto ainda não era consenso no Congresso, ele surpreendeu o Planalto ao acolher o pedido de impedimento protocolado pelos juristas Miguel Reale Júnior, Janaína Paschoal e Hélio Bicudo, em dezembro de 2015. Na época, ele tentava barrar o avanço do processo por quebra de decoro que corria contra ele no Conselho de Ética. Com a perda do apoio dos deputados petistas, resolveu dar o troco em Dilma, com quem sempre teve uma relação conturbada. Nos bastidores, ele ainda trabalhou ativamente para conseguir os votos necessários para a admissibilidade do processo na Câmara
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| Hélio Bicudo |
Aos 94 anos, o jurista e ex-promotor de Justiça se tornou um dos principais rostos do movimento antipetista. Tanto pela sua participação na redação do pedido de impeachment como por sua ligação histórica com o PT. Bicudo foi um dos fundadores do partido, pelo qual chegou a ser deputado federal e vice-prefeito de Marta Suplicy. Como promotor, ficou conhecido pelo combate aos crimes cometidos pelo Esquadrão da Morte na ditadura militar e por ter sido presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos. De aparência frágil, Bicudo ficou conhecido pela lucidez com que fazia discursos anti-Dilma
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| Miguel Reale Junior |
Bastante conceituado no meio jurídico, o jurista e ex-ministro da Justiça de FHC foi um dos responsáveis por formular a argumentação legal para enquadrar Dilma Rousseff nos crimes de responsabilidade. Ao lado de Janaína Paschoal, foi um advogados de acusação quase onipresente nas sessões do Senado e da Câmara. No julgamento final, comparou a culpa de Dilma nas pedaladas fiscais a um cadáver que deixa mau cheiro
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| Janaína Paschoal |
A mais nova e com o currículo menos robusto entre os três autores do pedido de impeachment, a jurista se tornou a mais famosa do grupo ao protagonizar cenas explosivas em defesa ao impeachment. Na demonstração mais célebre, no Largo São Francisco, que viralizou na internet, ela aparece rodopiando a bandeira brasileira e discursando, em tom inflamado, que é preciso
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| Jovair Arantes (PTB-GO) |
Foi o relator do pedido de impeachment de Dilma na Câmara dos Deputados, que aprovou em sessão histórica o seu parecer por 367 votos a favor e 137 contrários. Para evitar questionamentos judiciais, ele decidiu incluir no relatório apenas as denúncias referentes a 2015
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| Antonio Anastasia (PSDB-MG) |
Foi o relator do processo de impeachment no Senado. Seus pareceres foram aprovados por duas vezes na Casa - na fase de admissibilidade, por 55 votos a 22; e na fase de pronúncia, por 59 a 21. Convicto do dolo de Dilma na violação à Lei de Responsabilidade Fiscal, Anastasia questionou a presidente sobre a sua responsabilidade na edição dos decretos suplementares sem autorização do Congresso e das pedaladas fiscais no Plano Safra
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| Movimentos de rua |
Organizaram as maiores manifestações da história do país no período após a redemocratização. O maior ato ocorreu no dia 13 de março deste ano, quando cerca de 3 milhões de pessoas saíram às ruas de todo o país protestar contar Dilma. Os grupos que ganharam maior destaque foram o Movimento Brasil Livre, representado na figura do Kim Kataguiri, e o Vem pra Rua, de Rogério Chequer
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| Supremo Tribunal federal - STF |
A exemplo do que aconteceu em 1992 no afastamento de Collor, o Supremo Tribunal Federal definiu o roteiro do impeachment de Dilma, conferindo ares de legalidade ao processo, como foi constantemente citado pelos opositores da petista. O presidente do STF, Ricardo Lewandowski, também ganhou protagonismo ao presidir o julgamento final da presidente afastada no Senado
veja.com








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